quarta-feira, abril 02, 2008

Advergames


Fascínio, atracção e fidelização, … um enredo hilariante!

As empresas descobriram o poder dos jogos online. Os advergames como são designados os jogos online interactivos personalizados são hoje, ferramentas de contacto originais para comunicar e amplificar a brand awareness de marca.

Dos puzzles e quiz juvenis para o segmento dos jogos online para adultos! … hoje, gestores de marketing trabalham os advergames nas suas plataformas corporativas, para atrair e fidelizar o público-alvo.

Estratégias em ambientes de realidade alternativa, que muito se assemelham à vida real, que recorrem a suportes de comunicação tradicionais - jornais, outdoors, revistas, rádios, televisão, eventos, … - para transmitirem códigos e mensagens que permitem desvendar soluções e construir histórias online.

Um enredo hilariante, onde o fascínio e o mistério seduzem e fazem as honras das marcas!

Avergames para educar, divulgar conceitos, promover produtos e serviços, para comunicar marca, … tudo é possivel! Atrair e seduzir faz o visitante voltar e permanecer para jogar, partilha experiências, conquista confiança, disponibilidade e abertura, permite comunicar e dialogar. Não são estas as pessoas que procuramos?... as nossas pessoas!

Muitos já adiantam que esta é a evolução natural dos spots de televisão e dos anúncios impressos, … qui ça?
Advergame é sinónimo de personalização, sedução e conquista, inovação, originalidade e criatividade, mistério, emoção e diversão, experiências e momentos positivos sem limites.

Explore o advergame, incorpore-o no seu plano de marketing e dê assas à imaginação!
Crie os seus jogos, espalhe-os por virais, cd-rom, … e torne as suas pessoas fãs da sua marca, produto ou serviço.

Exemplos:

VW Tiguan 4x4 lançamento
Rexona power pamplona for men
Michelin pneus para a neve
Finnair airline
Nokia - The Passenger
Redbul
Nike
Nivea
Clio by rip curl

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sexta-feira, março 14, 2008

Wikimarketing


O conceito Wiki
O neologismo Wiki – derivado de wikiwiki, que em língua havaiana significa “rápido” – foi cunhado pela Wikimedia Foundation em 2003, que desenvolveu o software MediaWiki e colocou no ar o site Wikipedia – A enciclopédia livre. Uma enciclopédia aberta para que fosse escrita e atualizada pelos próprios internautas, por meio de postagem de artigos. Agora, em 2008, já são mais de 2 milhões de artigos em língua inglesa e mais de 350 mil artigos em língua portuguesa - é a maior enciclopédia disponível na Internet e responsável pela disseminação do modo Wiki de geração de conteúdo, também chamada de Web 2.0.

A partir de 2005, os projetos na Internet que mais obtiveram sucesso, visitação e comentários, foram os projetos que possibilitavam a geração de conteúdo livremente, com ou sem gestores controladores: Orkut, YouTube, MySpace e Second Life. Além dos inumeráveis blogs e fotologs. Esse movimento foi bem descrito no livro Wikinomics – Como a Colaboração em Massa Pode Mudar o seu Negócio, de Don Tapscott & Anthony D. Williams. Wikinomis, ou o seu neologismo em português, Wikinomia, é conceituado, pelos autores, como a arte e ciência da colaboração.

Os autores defendem que o conceito de sistemas que se auto-organizam, criando uma ordem, mas sem comando central, podem também ser estimulados e, até mesmo, orquestrados. Um exemplo citado é o projeto InnoCentive, criado pela Procter & Gamble. Na época, em 2001, com 7.500 pesquisadores contratados, a P&G achava esse pequeno exército insuficiente para manter sua liderança. Em vez de contratar mais pesquisadores, o CEO A.G. Lafley instruiu os líderes das unidades de negócios a buscar, fora da empresa, 50% das idéias para novos produtos e serviços.

Hoje, o InnoCentive é uma rede colaborativa que reúne 35 empresas da Fortune 500 de um lado e 91 mil pesquisadores de 175 países de outro. As companhias colocam para eles problemas que suas equipes de P&D (pesquisa e desenvolvimento) não conseguiram resolver e oferecem recompensas que vão de US$ 5 mil a US$ 1 milhão para quem trouxer soluções viáveis. Por meio desse projeto, essas empresas nada mais fazem do que manter uma rede colaborativa que se complementa e inova em prol de desafios, gerenciada e remunerada pela organização. Mesmo esses colaboradores não sendo funcionários, sua dimensão global e seus 91 mil integrantes a transformam numa grande máquina geradora de inovação.

Wikimarketing
E como a rede colaborativa pode ser útil como ferramenta de Marketing? A rede colaborativa, no fundo, é o que diversas empresas hoje vêm buscando criar junto aos seus programas de Marketing de relacionamento. Uma extensão natural - depois de conseguir criar, manter e se relacionar com um círculo de clientes determinado - é trabalhar esse círculo para que gerem valor, por meio de idéias, sugestões e críticas.

Na era do relacionamento, o envolvimento com o público-alvo de um programa ainda é visto sob a ótica de interesse da companhia, ou seja, o que a empresa ganha com isso. Compreender que os próprios clientes, por exemplo, também podem ser fontes de informações e inovações, transforma essa relação e coloca os clientes como colaboradores em primeiro plano, como agentes, e não só como compradores e usuários.

Claro que, para essa relação existir, mais que recompensas, vale a reputação que a companhia constrói, fruto de bons produtos, serviços e atendimento prestados. Informalmente, clientes já são colaboradores - basta observar o volume de comentários que uma central de atendimento recebe diariamente. A questão é que isso não é percebido, pela maioria das empresas, como uma rede colaborativa. No máximo, um canal informativo em que o cliente deposita suas opiniões. Opiniões estas que nem sempre são lidas e, muito menos, respondidas.

Está na hora de praticar mais wikimarketing nas organizações. Numa época em que a inovação contínua é tão propalada e valorizada nos negócios, não dá para abrir mão do volume e da diversidade de idéias que uma rede colaborativa de clientes pode trazer para as organizações. Quem sabe, daqui algum tempo, teremos mais uma revisão da definição de marketing, colocando como objetivo, depois do relacionamento, a colaboração dos clientes. E que seja wikiwiki!

Autor: Marcelo Miyashita

mundodomarketing
miyashita.com.br

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segunda-feira, março 03, 2008

Cartões, promoções, feirões, ...!


Criatividade e fidelidade exige-se!

Longe vai o tempo em que bastava agradar, responder e satisfazer para ter clientes para a vida … hoje satisfazer é uma obrigação!

Revolucionários, feiticeiros e magos, encantadores de serpentes, contadores de histórias, mágicos, super heróis, cientistas e professores chanfrados, inspectores Gadget … são os perfis ideais de uma verdadeira equipa orientada para o cliente.
Manter clientes é criar aventuras, promover mistério e muita, muita acção, diversão e experiência!

Hoje somos obrigados a encantar clientes, a cada dia que passa, temos consciência que precisamos de ser mais criativos, engenhoscas, imaginativos, excessivos, … para não perder os que temos. Investir em novos clientes custa 6 a 10 vezes mais do que investir nos actuais!

Investir em actuais clientes é desenvolver programas de fidelidade! Fidelização de clientes é uma filosofia de negócio e não um cartão de pontos e descontos!... campanhas de cartões trazem lucro a curto prazo mas não trazem clientes.

“...basta de cartões, promoções, feirões, dias especiais … basta de descontozinhos e favorzinhos em produtos e marcas que não costumo comprar, não quero e não preciso! O que eu quero é chegar, comprar o que me apetece, no dia e na hora que me apetece…” - spot Pingo Doce

.... a questão não reside em como criar um plano de fidelização, mas em fazê-lo de forma diferente, com visão!

Um plano obriga-nos a olhar para o negócio como um todo, a criar uma equipa multifacetada orientada para o compromisso com o cliente, capaz de por o cliente no centro das suas atenções, ansiosa por o conhecer profundamente, desejosa por construir um relacionamento a longo prazo.

A fidelidade nasce do relacionamento pessoal, do calor humano e da energia, do atendimento individual e presonalizado … a fidelidade nasce na formação, motivação e investimento dos recursos humanos, ... a fidelidade nasce da expressão do rosto e do tom de voz, dos braços e pernas, das cabeças e principalmente dos corações de cada colaborador da empresa.

Um cliente insatisfeito conta a 11 pessoas ... e essas 11 pessoas por sua vez, contam a mais 5!

Está na hora de descobrir o novo perfil de cliente!
Está na hora de olhar, escutar e mudar!


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quinta-feira, fevereiro 14, 2008

Purple Cow! ... e depois?


Depois de criar a Purple Cow não fique a vê-la pastar!
Quando vemos uma vaca roxa pela primeira vez achamos interessante!...primeiro estranha-se, depois entranha–se e acaba por perder o interesse.

Para que o interesse não desapareça, Seth Godin dá-nos alguns conselhos no livro Purple Cow: Transform Your Business by Being Remarkable:

. A vaca roxa já nasceu!
"Perceba como aumentá-la e como tirar partido dela, o maior tempo possível. Ordenhe a vaca o máximo que puder! ";

. A vaca roxa já se alimenta sozinha!
"Está na altura de criar um novo ambiente para criar uma nova Vaca Roxa, a tempo de substituir a primeira quando os seus benefícios começam a desvanecer";

. Está difícil encontrar um novo pasto!
Criar uma vaca roxa exige tempo, oportunidade e muita dedicação. Muitas vezes ainda não temos o pasto nem as condições para que a vaca roxa nasça, quando assim acontece mais vale não desesperar! Continuar a apostar na nova vaca roxa, sem esquecer que "muito bom" é o contrário de "extraordinário", é o caminho.

. Não afaste as “ideiavirus” e os "sneezers"!
Muito bom! Muito bom é banal para as “ideiavirus” e os "sneezers" é o mínimo que esperam. Muito bom não é motivo de provocação, atracção e desejo. Muito bom não é paixão, não é loucura!

. O foco é no extraordinário!
Ser remarkable é ser outstanding, é ser extraordinário. Ter sucesso é ser extraordinário, é re-inventar os negócios, as empresas, é re-pensar produtos e serviços, é questionar, arriscar e desejar, é abraçar a vaca roxa.
Só assim nascem produtos e serviços que atraem, cativam, mexem, interagem e estimulam a acção. Só assim nascem produtos que vendem!



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quarta-feira, fevereiro 13, 2008

Onde está a Purple Cow?


Não basta parecer interessante, é preciso ser interessante!

Quando vemos uma vaca pela primeira vez achamos interessante, já lá diz o ditado primeiro estranha-se, depois entranha–se e acaba por perder o interesse. Mas se um dia no meio de todas aparecer uma vaca roxa ... o interesse é novamente despertado!

Estar preso a processos e teorias de marketing, seguir devotamente os "4 Ps" ou os “5 P´s” (product, price, promotion, place, people) já não funciona!
Olhamos, observamos, ... e o que vemos?
Pessoas sem tempo. Empresas a gastarem milhares em anúncios de televisão que ninguém vê. Comunicação em massa. Zapping e mais zapping. Gestores de marketing a ignorar o poder dos "early adopters", agarrados à segurança, à zona confortável, com fobia do risco, de novos desafios.

Seth Godin, no seu livro Purple Cow fala ao coração dos profissionais com vontade e ambição, dos que querem arriscar, dos que procuram novos desafios simplesmente porque querem abraçar o sucesso.

Hoje empresas, marcas e pessoas têm de ser remarkable para atingirem o sucesso!
Ser remarkable é ser outstanding, é ser extraordinário. Ser extraordinário é possuir uma qualidade única. Ter sucesso é ser extraordinário, é re-inventar os negócios, as empresas, é re-pensar produtos e serviços, é questionar, arriscar e desejar, é abraçar a Vaca Roxa.

O segredo está nas redes pessoais e nas inovações extraordinárias!
Hoje as redes sociais são “salas de embarque premium”, onde cada mensagem voa em direcção ao destino desejado, sem paragens, bloqueios, transferes, ... completamente personalizada e individualizada!
Com as agendas programadas ao segundo, os consumidores não conseguem tempo para procurar novos produtos e entram num ciclo vicioso ... compram mecanicamente os mesmos produtos e marcas.

Como provocamos a quebra do ciclo?
Com vontade de criar além do perfeito, do muito bom, quando desejamos algo extraordinário. Quando nos focalizamos nas pessoas que trabalham a nossa vaca roxa! Pessoas adeptas da mudança, movidas pelo diferente, atraídas pela novidade, desejosas de novas experiências ... que partilham e vendem aos amigos!

Segundo Godin, é precisamente neste momento, quando decidimos procurar e investir na vaca roxa, na inovação e nos inovadores, que surgem dois novos conceitos: “ideiavirus” e "sneezers".
As “ideiavirus” são ideias que se difundem de contacto para contacto, logo com grandes probabilidades de ganhar adeptos e fãs - e quando damos por ela temos uma virose.
Os "sneezers", os que espirram porque são eles os verdadeiros causadores da disseminação do vírus.

Em Purple Cow: Transform Your Business by Being Remarkable recebemos, experienciamos, interiorizamos e reflectimos a necessidade vital de compilar, incrementar, usar e usufruir do conhecimento sobre a concorrência e o mercado, tendências, clientes e prospects, “ideiavirus” e "sneezers", ... de usufruir do trabalho em equipa e incorporar o marketing em todos os passos de processo ... um longo percurso para conseguirmos abraçar a Vaca Roxa.

Só assim nascem produtos e serviços que atraem, cativam, mexem, interagem e estimulam a acção. Só assim nascem produtos que vendem!

Um longo e tortuoso caminho ... mas muito delicioso!

Purple Cow .pdf

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sexta-feira, fevereiro 08, 2008

Re-imaginar os negócios ... sair do lugar-comum!


"Descubra os malucos! Contrate-os! Deixe que eles o ajudem a fazer a revolução!" - Re-imagine! by Tom Peters

Tom Peters guru em gestão, liderança e estratégia, desafiador e despertador de mentes adormecidas alerta-nos para as mudanças do mundo dos negócios e para a necessidade de estarmos disponíveis para as receber!

Nas suas publicações, conferências, experiências e visão desafia-nos a reflectir sobre os negócios, a analisar e avaliar os percursos e a fazer a revolução com criatividade e inovação! Um comportamento diferente e audaz, uma nova forma de olhar e sentir os mercados e os negócios, onde tornar a fazer, atribuir novos valores e inovar são lemas de vida.

Para Tom Peters as marcas precisam de seguidores fanáticos, “apaixonados cegamente” em vez de clientes satisfeitos! Com base nesta filosofia partilha ideias e desafios muito actuais, essenciais para nos fazer sair de lugares triviais! ... sair das 4 paredes!

Nada é perpétuo!
Trabalhamos a terra, evoluímos para a era industrial e num passado recente aderimos ao tratamento de dados. Agora apostamos tudo na era do conceito - ideias, concepções, experiências e abstracções.

Re-imagine! as nossas apostas!
A maioria das operações que movem o mundo são realizadas por meios informáticos e por consequência os mercados abriram-se à escala global. Quantos novos consumidores temos neste mercado? ... Quantos podem entrar no nosso mercado?
Se num passado recente o outsoucing permitiu a muitas empresas responder positivamente às necessidades de mercado hoje, temos de aderir ao best sourcing, só assim, conseguimos trilhar caminhos distintos capazes de assumir um compromisso inteligente com as nossas pessoas.
Sem empenho, dedicação, amor pela camisola - o sentir e o viver a organização como nossa - ser o parceiro de negócios, apresentar soluções e não serviços e produtos, proporcionar um estilo de vida, uma experiência, um sonho, ... será muito difícil sobreviver!
Ousar, recriar, reinventar e inovar, promover a emoção e a imaginação, criar mitos e lendas, transformar o nosso percurso num conto são conceitos a interiorizar e a implementar, só assim, é possível mantermo-nos na linha da frente, atender as nossas aspirações, criar raízes, estabelecer laços, sentirmo-nos especiais e destacarmo-nos perante os demais.

Ninguém consegue inovar e ser original a copiar ideias dos outros!
"Descubra os malucos! Contrate-os! Deixe que eles o ajudem a fazer a revolução!".
Para atrair talentos sugere que se transforme “pessoas custo” em “pessoas parceiro”, em gestores deles próprios! A ideia é permitir que cada pessoa da empresa possa agir como se fosse dono de sua própria empresa de serviços pessoais, que se sinta um potencial gerador de receitas, que possa cobrir o próprio salário e ainda gerar lucro!
Ofereça-lhes uma causa e não uma função, ... inspire-os, ouse provocá-los para a aventura, para a conquista com paixão. Presenteie-os pelos excelentes fracassos e aplique punições para os sucessos irrisórios.
Entregue a liderança às mulheres! Estude os clientes com o intuído de descobrir quem toma a decisão de compra. Na grande maioria dos produtos e serviços cabe às mulheres o papel decisor - as mulheres tomam: 91% das decisões de compra dos produtos para casa, 92% das decisões do destino de férias, 91% das decisões na compra e escolha da habitação, ...

Desenvolva a criatividade!
A criatividade surge da discórdia positiva entre as várias pessoas da empresa, da discussão, dos conflitos, das diferentes formas de olhar e ver, entender e sentir a empresa. O nosso guru defende que se soubermos lidar com estas diferenças, percebe-las, entende-las, superá-las e transformá-las estamos prontos a fazer a revolução ... estamos aptos a sair das 4 paredes ... disponíveis (física e mentalmente) a novas formas de negócios!

Um dia a Apple desafiou os seus limites e desejou “Posso também ser uma empresa de música!”... a resposta surgue com o nascimento do iPod!

tompeters.com

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sexta-feira, fevereiro 01, 2008

Green marketing - atitudes eco-responsáveis


Uma política verde atrai jovens talentos, aumenta a produtividade e reduz os custos operacionais, bem como, torna a empresa mais competitiva, aumenta a aceitação e o reconhecimento pelo mercado.
Mais do que uma tendência, o green marketing é essencial para responder ao mercado actual e futuro.
Hoje os consumidores não procuram produtos eco eles exigem empresas com filosofias e atitudes eco-responsáveis.

Atitudes eco-responsáveis
Green Computing
Sun - Eco Innovation Initiative
ECO EDP - Glossário
Sociedade Ponto Verde
Guia eco-amigável para PME´s
EcoTecnologia
EcoGoogle

Uma estratégia de green marketing começa dentro da empresa!
Bom trabalho!


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